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O Centro Médico Andrade é uma policlínica de referência em Mogi das Cruzes, oferecendo atendimento multidisciplinar há mais de uma década. Contamos com uma equipe altamente qualificada, tecnologia de ponta e um atendimento personalizado, eficiente e humanizado. Em um só lugar, disponibilizamos consultas em diversas especialidades além de exames de imagem, garantindo praticidade e cuidado integral aos pacientes. Nosso compromisso é promover saúde com excelência, inovação e confiança, sempre focados no bem-estar dos nossos pacientes.
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Escolhendo o DIU: Cobre ou Hormonal?
O Dispositivo Intrauterino (DIU) é um dos métodos contraceptivos mais eficazes e duradouros disponíveis atualmente. Ele é inserido dentro do útero por um profissional de saúde e pode prevenir a gravidez por vários anos, sem necessidade de uso diário como a pílula anticoncepcional. Além da eficácia, o DIU é reversível: quando retirado, a fertilidade retorna rapidamente. No Brasil, o método tem ganhado cada vez mais espaço, especialmente entre mulheres que buscam praticidade, segurança e autonomia sobre sua saúde reprodutiva. DIU de Cobre: características e indicações O DIU de cobre é feito de material plástico revestido com cobre. Ele pode permanecer no útero por até 10 anos. Seu mecanismo de ação não envolve hormônios: o cobre altera o ambiente uterino, dificultando a sobrevivência e a movimentação dos espermatozoides. Esse tipo de DIU é indicado para mulheres que preferem evitar métodos hormonais ou que possuem contraindicação ao uso de hormônios. Por outro lado, pode provocar aumento do fluxo menstrual e cólicas, especialmente nos primeiros meses após a inserção. Por isso, é importante conversar com o ginecologista sobre o histórico menstrual antes da escolha. DIU Hormonal: como funciona e para quem é recomendado O DIU hormonal libera pequenas quantidades de levonorgestrel, um hormônio que age localmente no útero. Sua validade varia de 3 a 5 anos, dependendo do modelo.Entre os benefícios, estão a redução significativa do fluxo menstrual, alívio das cólicas e, em muitos casos, a suspensão da menstruação. Esse modelo é frequentemente indicado para mulheres que sofrem com sangramentos intensos, dismenorreia (cólicas fortes) ou que desejam os efeitos adicionais do hormônio, como melhora de sintomas relacionados à endometriose. DIU de Cobre ou DIU Hormonal: como escolher? A escolha entre DIU de cobre e hormonal deve ser individualizada. Cada mulher tem características únicas, e o método ideal vai depender de fatores como: Um ponto em comum entre ambos: os dois tipos de DIU são seguros, eficazes e podem ser usados por mulheres em diferentes fases da vida reprodutiva, incluindo quem já teve filhos ou nunca engravidou. Inserção e acompanhamento O procedimento de inserção do DIU é rápido e pode ser feito em consultório médico. A mulher pode sentir cólicas leves após a colocação, mas os sintomas tendem a diminuir com o tempo. É essencial realizar acompanhamento periódico para verificar a posição correta do dispositivo e esclarecer qualquer dúvida. Conclusão: qual é o melhor DIU? Não existe uma resposta única. O melhor DIU é aquele que se adapta ao seu corpo, à sua rotina e às suas necessidades de saúde. O acompanhamento médico é indispensável para avaliar indicações, contraindicações e esclarecer expectativas. O importante é que, tanto o DIU de cobre quanto o hormonal, representam opções seguras, eficazes e de longa duração para quem deseja viver a vida reprodutiva com mais tranquilidade e autonomia.

Menopausa afeta o coração? Sim. E ninguém está falando sobre isso.
A menopausa marca o fim do ciclo reprodutivo da mulher.Mas, na prática, é o começo de uma fase cheia de transformações — físicas, emocionais e até metabólicas. Muitas dessas mudanças a gente conhece bem: ondas de calor, alterações no humor, insônia, ganho de peso…Mas tem uma parte silenciosa e ainda pouco falada: o impacto da menopausa na saúde do coração. E é aí que mora o alerta. A conexão entre os hormônios e o coração Durante a fase fértil, os hormônios femininos — especialmente o estrogênio — oferecem uma proteção natural ao sistema cardiovascular.Eles ajudam a manter os vasos sanguíneos flexíveis, controlam o colesterol e reduzem o risco de acúmulo de gordura nas artérias. Quando essa produção hormonal diminui na menopausa, essa proteção também desaparece.Com isso, o risco de doenças cardíacas aumenta. E não é pouco:📌 Mulheres pós-menopausa têm duas vezes mais chances de desenvolver problemas como hipertensão, arritmias e infarto. Sintomas que merecem atenção A gente costuma associar problemas do coração a sintomas intensos, mas nem sempre é assim.Na menopausa, os sinais podem ser sutis e facilmente confundidos com outros desconfortos da fase. Fique atenta se perceber: Não espere os sintomas piorarem. Quanto antes for feito o diagnóstico, mais eficaz é o tratamento. E o que fazer, afinal? O primeiro passo é ter acompanhamento médico regular com ginecologista e cardiologista.Esses profissionais vão avaliar o seu histórico, estilo de vida, realizar os exames corretos e orientar possíveis tratamentos, incluindo: Lembre-se: cada mulher vive a menopausa de um jeito. E por isso o cuidado precisa ser individualizado. Cuidar do coração também é autocuidado A menopausa não é o fim de nada.Ela pode ser o começo de uma fase mais consciente, com mais autonomia e leveza — desde que a saúde esteja em dia. Não normalize sintomas.Não aceite desconfortos como “parte da idade”.Você merece um cuidado que te escuta, te entende e te orienta com seriedade. Aqui na Ceman, oferecemos um cuidado completo, com estrutura moderna e mais de 85 médicos especialistas em 40 especialidades, incluindo ginecologia e cardiologia.

Falta de ar, tosse que não passa, chiado no peito? Conheça o exame FeNO
Tem sintomas que a gente aprende a conviver. Uma tossezinha aqui, um aperto no peito ali… E quando vê, já virou parte da rotina. Mas nem tudo que é frequente é normal. Se você vive com falta de ar, cansaço ao fazer esforço, chiado no peito ou tosse persistente, seu corpo pode estar te dando um sinal de que algo não está bem. E nesses casos, o exame FeNO pode ser a chave pra entender o que está acontecendo com seus pulmões. Mas o que é FeNO? É um exame rápido, sem dor e super eficaz pra investigar se existe inflamação nas vias respiratórias — o tipo de inflamação que está por trás de muitos casos de asma alérgica e outros problemas respiratórios que afetam adultos e crianças. FeNO é a sigla para Óxido Nítrico Exalado na Respiração. O nome é técnico, mas o exame é bem simples: você assopra devagar em um aparelho que mede, com precisão, a quantidade de inflamação no seu pulmão. Por que ele é tão importante? Porque ele ajuda o médico a: ✔ Confirmar ou descartar asma alérgica✔ Saber se a inflamação está ativa mesmo quando você acha que está tudo bem✔ Monitorar se o tratamento está funcionando✔ Evitar o uso desnecessário de medicamentos Em resumo: você respira e o exame te conta o que está acontecendo lá dentro — antes que os sintomas piorem ou que uma crise chegue. E se der alteração? Aí entra o papel do médico: ajustar seu tratamento, acompanhar mais de perto e fazer com que você tenha mais qualidade de vida.Nada de viver com medo de subir escada ou acordar de madrugada sem ar. FeNO: o exame que deveria ser mais conhecido A verdade é que muita gente ainda nem sabe que esse exame existe, mesmo sofrendo com sintomas há meses ou anos.Então se você conhece alguém que vive se queixando de asma, tosse que não passa ou falta de ar inexplicável, esse post pode ser o alerta que estava faltando. O FeNO já está disponível aqui na Ceman, com estrutura moderna e equipe especializada. Se você sente sintomas como falta de ar, tosse constante ou tem diagnóstico de asma, fale com seu pneumologista — ele pode indicar o exame para investigar a fundo o que está acontecendo.